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Grupos Produtivos de Mulheres comemoram as entregas para o PAA

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As mulheres e jovens da Rede Semiárido Forte, organização representativa de 27 grupos produtivos comunitários dos territórios Piemonte da Diamantina e Bacia do Jacuípe, comemoraram a primeira entrega, de mais de R$ 1 milhão, dos seus produtos, para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O acesso ao programa foi possível por meio de contrato entre a Cooperativa Agropecuária da Rede de Mulheres e Jovens da Agricultura Familiar do Semiárido (Coomafs), representante comercial da Rede, e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Os 27 grupos produtivos são apoiados pelo Governo do Estado da Bahia, via Pró-Semiárido, projeto executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR).

“As mulheres estão trabalhando em parceria com o Centro de Referência da Assistência Social (Cras) das unidades recebedoras, o que está tornando o nosso sonho possível, a nossa sustentabilidade financeira está vindo da agricultura familiar e eu quero muito agradecer e dizer que a autonomia conquistada pelas mulheres, nossas avós, mães, tias, que estão nas cozinhas comunitárias produzindo alimento, agora tem renda e tem futuro. A Coomafs mostrou para o que veio e essa será a primeira de muitas entregas que virão”, comemorou o jovem cooperado Jarlisson Silva, diretor da Coomafs.

Até o fim do contrato, 400 famílias serão beneficiadas com a doação simultânea de cerca 60 mil quilos de alimentos como bolos, pães, geleias, sequilhos, biscoitos, doce pastoso, além de produtos in natura, a exemplo de: abóbora, melancia, banana, hortaliças.

“O contrato com a Conab demonstrou a assertividade que a Rede Semiárido Forte teve em identificar um dos principais gargalos da sua sustentabilidade, que era uma personalidade jurídica voltada ao acesso a mercados, resolvido com a formação da Coomafs. Em um segundo momento, demonstrou também a capacidade de organização, aglutinação e o trabalho dos grupos que compõem essa Rede ao cumprir o que a cooperativa acordou com as unidades recebedoras dos alimentos e, em terceiro lugar, a aproximação da população vulnerável urbana com os alimentos da Agricultura Familiar”, explica o técnico em Agroindustrialização e Acesso a Mercado do Pró-Semiárido, Marcos Andrade.

Fonte: Ascom/CAR

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